• Executivo reitera o compromisso de construir uma Angola próspera


    O ministro do Interior, Manuel Homem, reiterou, sábado, em Luanda, o compromisso do Executivo angolano de continuar a construir uma nação plural, onde todos os angolanos sejam livres de expressar, sem constrangimentos, as suas ideias e reivindicar os seus direitos.
    O governante fez estas declarações à imprensa, depois de orientar a cerimónia do içar da Bandeira Monumento, no Museu das Forças Armadas Angolanas, e de depositar uma coroa de flores no Monumento ao Soldado Desconhecido, no âmbito das celebrações dos 24 anos de paz e reconciliação nacional, ontem assinalado.

    Manuel Homem, que tocou, também, o Sino Mundial da Paz, instalado no Palácio da Justiça desde 2020, assegurou que o compromisso do Executivo em construir uma Angola cada vez mais livre e próspera continua inabalável.

    Apesar dos desafios ainda por superar, o titular da pasta do Interior indicou que o país se orgulha por ter conseguido consolidar muita coisa a nível social, económico e das infra-estruturas.

    Os 24 anos de paz, ressaltou Manuel Homem, representam o compromisso do Governo em criar condições para todos os angolanos, independentemente das diferenças, de modo a contribuírem para a construção de uma Angola reconciliada e cada vez mais forte.

    Segundo o ministro do Interior, em 24 anos, o país procurou consolidar a expansão e o acesso à educação, à agricultura, à indústria e outros sectores vitais, que estão a contribuir para o desenvolvimento económico e na concretização de um Estado Democrático e de Direito. Daqui em diante, continuou, o compromisso vai continuar a ser a da consolidação de uma sociedade mais plural.

    Apelo aos jovens
    O ministro do Interior aproveitou a ocasião para apelar aos jovens, sobretudo aos que nasceram em 2000, a preservarem a paz, por ser um ganho valioso que custou a vida de "gloriosos filhos e filhas desta Pátria".

    "É importante deixar uma mensagem de esperança, mas, também, de resiliência para os jovens, de modo a compreenderem que este país é o produto do sacrifício consentido por uma geração que se dedicou e que se forjou para que chegássemos até aqui", ressaltou Manuel Homem, lembrando que o país precisa da participação da juventude para continuar a dar passos firmes na arena nacional e internacional.

    "As novas gerações precisam compreender que a guerra nunca mais deve fazer parte do nosso dicionário e, por isso, queremos reiterar que a paz é o maior ganho que uma sociedade pode ter", afirmou o ministro do Interior.

    De acordo com Manuel Homem, a juventude, nesta era do conhecimento, deve ser actor da construção de uma sociedade onde a confiança de cada um contribua para a preservação e manutenção da paz, cujos feitos disse estarem reflectidos no desenvolvimento do país.